Saiu no Jornal " O Tempo", que circula em Belo Horizonte e zona metropolitana, principalemente, notícia relativa às eleições de Ouro Preto. Depois, saiu no SUPER NOTÌCIAS, a mesma matéria... Fico pensando...
Já trabalhando na redação de um jornal, discutimos o tempo todo a questão da ética jornalística vinculada ao problema da angulação editorial dos jornais. Sabemos que ainda não se pode fazer campanha eleitoral, mas induzir os eleitores já pode?
De repente, assinantes de outros jornais em Ouro Preto receberam gratuitamente a eidção 5628 de " O Tempo", gratuitamente. Jornais caíram litetalmente do céu ou brotaram de nosso surrado chão: todos tinham acesso a temas não factuais, a uma pesquisa feita em março de 2012, onde um candidato aparece como o primeiro da pesquisa. Como isso podia ocorrer se nem as convenções para se escolherem os pré-candidatos dos partiros tinham sido realizadas? A pesquisa menciona nomes que já não fazem parte do processo eleitoral ouro-pretano - como fica o cidadão desta cidade, totalmente confuso, diante de informação que não é verdadeira? Leitor confuso vota erroneamente. Informação ideologicamente preparada pode promover o caos nas mentes das pessoas não totalmente inteiradas com as questões políticas.
Bem, até agora,não vi nenhuma ação sólida do Tribunal Eleitoral. Como aluna graduanda de um curso de jornalismo, questiono: e agora José, voto ou não voto? Devo confiar em dados de março quando estamos na segunda quinzena de maio? Onde se situa a questão do valor-notícia factualidade?
Elisabeth Maria de Souza Camilo
quinta-feira, 17 de maio de 2012
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